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Cobertura política, eleitoral, pesquisas e notícias do poder

12h43 - 21/08/2010
 

RN: Rosalba Ciarlini (DEM) 46% x 24% Iberê (PSB)

DEM só lidera eleição no Rio Grande do Norte

partido tem 4 candidatos próprios ao governo; em 1998 eram 12

O DEM lançou candidatos próprios ao governo de Santa Catarina, Bahia, Sergipe e Rio Grande do Norte. Mas o partido só lidera a eleição potiguar. Nos outros Estados, perde no 1° turno ou depende do crescimento de adversários menores para chegar ao 2° turno.

Pesquisa Ibope feita de 16 a 18.ago.2010 sobre a eleição no Rio Grande do Norte mostra a senadora Rosalba Ciarlini (DEM) como líder isolada da eleição e com chances de vencer no 1° turno. Ela tem 46% das intenções de voto contra 24% do atual governador, Iberê Ferreira de Souza (PSB).

Carlos Eduardo Alves (PDT) tem 14%. Roberto Ronconi (PTC) e Sandro Pimentel (PSOL), 1%. Estão indecisos, votam em branco ou anulam 13% dos eleitores entrevistados. Aqui, dados completos da pesquisa.

Registrada no TRE-RN com o n° 22199/2010, a pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Se o erro não se verificar, Ciarlini vence no 1° turno, pois tem mais votos que todos seus adversários somados (46% a 40%). Se a margem de erro jogar o percentual da demista para baixo e o percentual dos adversários para cima, no entanto, ocorre 2° turno, pois, nesse caso, Ciarlini não supera a soma de votos de seus adversários (43% a 43%).

Outros Estados
A possibilidade de enfrentar 2° turno no Rio Grande do Norte não é a pior notícia para os demistas nas eleições 2010. O partido teve, em 1998, 12 candidatos a governador e vê o n° de candidatos próprios diminuir a cada eleição: 8 em 2002, 7 em 2006 e apenas 4 em 2010.

Além disso, o n° de eleitos também diminui: 6 em 1998, 4 em 2002 e apenas 1 em 2006. Neste ano, a perspectiva de aumentar esse n° não é animadora:

Na Bahia, Paulo Souto (DEM) está em 2° lugar, mas pode perder logo no 1° turno para Jaques Wagner (PT). O demista está 22 pontos atrás do petista, indica pesquisa Datafolha feita de 9 a 12.ago.2010.

Em Santa Catarina, Raimundo Colombo (DEM) também está em 2° lugar, 15 pontos atrás da líder Ângela Amin (PP). Colombo só tem chances de ir para o 2° turno porque os nanicos pontuam e Ideli Salvatti (PT) embola a disputa, mostram os dados da sondagem realizada pelo Ibope de 3 a 5.ago.2010.

Em Sergipe, João Alves (DEM) também depende dos votos obtidos por candidatos menores para sobreviver até o 2° turno. Ele tem 6,6 pontos a menos que o líder Marcelo Déda (PT), mostra a pesquisa Dataform mais recente (feita de 15 a 17.jun.2010).

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Por Fábio Brandt
 

Tucanos erraram foco em 2002 e 2006

 Falta um mês e meio para a eleição de 3 de outubro. Dilma Rousseff (PT) está com 47% e José Serra (PSDB) está com 30% (aqui, pesquisas anteriores). A chance de o PT permanecer no Palácio do Planalto parece ser quase irreversível a esta altura. A popularidade alta de Lula, o bom estado da economia e a sensação de bem estar dos eleitores contribuem decisivamente para o êxito da candidata petista. Mas não deve ser desconsiderada a incapacidade quase atávica dos tucanos e dos democratas (ex-pefelistas) quando estão na oposição.

 

Em 2002 e 2006, os candidatos do PSDB ao Planalto erraram feio nas suas estratégias. Não souberam usar o foco correto. Agora, virou padrão falar sobre o infortúnio de Serra em suas duas tentativas (2002 e agora). Em 2002, era o candidato da continuidade, mas o eleitor queria mudança. Neste ano, 2010, Serra encarna a mudança, mas os eleitores parecem preferir continuidade. Essa é apenas frase de efeito. Parte de um pressuposto superficial, como se houvesse destino e predestinação na política. Seria como acreditar em horóscopo. Se esse axioma (na realidade, um sofisma) sobre Serra fosse verdadeiro, seria impossível numa democracia vencer a eleição sendo oposição quando o governo de turno vai bem por causa da economia.

 

É claro que quando tudo vai bem num país é natural o eleitor tender à acomodação. Basta analisar outras democracias representativas ao redor do mundo. Mas se trata de regra imutável. Nessas situações (como a brasileira), a oposição e seus candidatos só têm uma saída: partir para a emoção tentando oferecer inspiração ao eleitorado. Não há espaço para improvisações. É necessário trabalhar duro na construção do candidato e de sua proposta. Nos EUA, a campanha de Barack Obama durou 20 meses. Aqui, em fevereiro o tucano Serra ainda negava em público que seria candidato.

 

Foi um claro equivoco político a opção tucana de 2006, Geraldo Alckmin. Ele tinha uma imagem paulista demais para o Brasil do século 21. Alckmin é bom para ganhar eleições para o Palácio dos Bandeirantes. Mas só os tucanos parecem não ter compreendido que há muito se formou no restante do país uma certa birra com o paulicentrismo do PSDB.

 

Neste ano de 2010, Serra (mais um paulista...) até tateou o terreno da inspiração com o seu “o Brasil pode mais”. Mas faltou empatia entre a personagem e a população –para dizer o mínimo. Afinal, no que Serra e o PSDB (e os democratas, ex-pefelistas) se esforçaram para adaptar suas propostas aos anseios da maioria dos brasileiros neste início de século? O PSDB e o Democratas de hoje são os mesmos de 1994, quando com sucesso fizeram uma joint-venture que resultou no Plano Real e nos 8 anos de FHC no Planalto. Mas o Brasil mudou. Eles, não.

 

Esse é o ponto. Enquanto o PT e Dilma se esforçaram para moldar a imagem da candidata, quase eliminando a percepção de que ela era só durona e pouco política, os tucanos preferiram esperar que os eleitores se moldassem às necessidades de Serra e do PSDB. Numa democracia, o jogo a ser jogado não é esse.

 

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Por Fernando Rodrigues
08h45 - 19/08/2010
 

Um debate inédito, histórico

Os debates Folha/UOL com candidatos a governador de São Paulo (17.ago.2010) e com presidenciáveis (18.ago.2010) foram inéditos, históricos.

 

No caso do encontro entre presidenciáveis, foi a primeira vez, durante um primeiro turno de eleição para o Planalto, que estiveram juntos em um debate apenas os três candidatos mais bem colocados nas disputas.

 

Pode parecer pouco, mas esse cenário nunca havia se materializado no país. Em 1989, o favorito Fernando Collor de Mello (então no PRN) se recusou a participar de debates no primeiro turno. Em 1994, houve um debate com os sete principais candidatos – ou seja, na prática, deu-se um congestionamento de políticos e nenhuma troca inteligível de idéias. Em 1998 não houve debates, pois o então candidato à reeleição, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), recusou-se a comparecer.

 

Em 2002, foram realizados três debates, mas estiveram presentes os quatro candidatos mais bem colocados. Com o tempo rigidamente dividido entre eles, a discussão foi pouco produtiva. Em 2006, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, não quis debater no primeiro turno.

 

Ou seja, o debate entre Dilma, Serra e Marina continha dois ineditismos em eleições presidenciais brasileiras. Foi o primeiro realizado na internet e o também o primeiro apenas entre os três candidatos mais colocados em pesquisas eleitorais.

 

E os dados de audiência são eloquentes:

 

  • A audiência do UOL Notícias, a principal central de notícias do portal, foi mais de 50% superior ao recorde histórico anterior, que havia sido registrado durante a cobertura do julgamento do casal Nardoni. Se a audiência do UOL Notícias for somada à da Folha.com, o crescimento sobre o número médio de acessos dos dois sites foi superior a 350%, chegando à casa dos 30 milhões de acessos.

 

  • Os números do UOL Notícias e da Folha.com não contabilizam a audiência dos mais de 80 sites diferentes de norte a sul do país que fizeram a transmissão simultânea do vídeo.

 

  • Durante a transmissão ao vivo os servidores do UOL registraram acessos de 127 países diferentes. Depois do Brasil, os países que mais deram audiência foram Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido e Portugal.

 

  • Durante as três horas de evento, o debate foi visto ao vivo 1.417.610 vezes. Esse número desconsidera a audiência "on demand" dos vídeos, que seguem à disposição dos internautas na página especial do evento.

 

  • No total de visualizações não são contadas as audiências de Twitter e Bate-Papo UOL. Quem preferiu ver pelo Twitter teve a companhia de outros 15.500 internautas. As salas com vídeo do Bate-papo UOL receberam 7.680 pessoas.

 

  • Nas três horas de debate, a etiqueta (tag) #debatefolhauol foi usada 51 mil vezes no Twitter. O volume de publicação de comentários garantiu que o assunto chegasse ao primeiro lugar na lista mundial de tópicos mais comentados do Twitter.

 

  • O Facebook também registrou intensa participação do internauta. Ao todo, foram publicados 4.100 comentários durante a transmissão em vídeo ao vivo na rede social. Um comentário a cada 2,6 segundos.

 

  • O debate Folha/UOL inovou ao disponibilizar a transmissão em vídeo para dispositivos móveis como o iPhone e o iPad. Só nesses aparelhos, o número de visualizações chegou a 7.842.

 

P.S.: em 20.ago.2010, a Folha publicou uma atualização sobre a audiência:

Debate presidencial Folha/UOL registra 1,7 milhão de acessos

Transmitido ao vivo na quarta-feira, evento já foi visualizado na internet em 170 países

DE SÃO PAULO

A audiência do debate presidencial promovido pela Folha e pelo UOL na quarta-feira não para de crescer, já que o vídeo continua disponível na internet.


Até as 15h30 de ontem, o vídeo do primeiro debate on-line entre presidenciáveis do Brasil foi visto 1.748.621 vezes. O número é cerca de 23% maior do que o relativo apenas à transmissão ao vivo.

A repercussão do debate também aumentou no exterior. Ao longo da quarta-feira, a Folha.com registrou acessos de 170 países diferentes -eram 127 até a tarde do dia 18.

Depois do Brasil, os países que mais deram audiência ao debate Folha/UOL foram EUA, Portugal, Japão, Alemanha e Reino Unido.

No dia da transmissão do debate presidencial, o site UOL Notícias teve uma audiência 569% maior que a média diária e 70,6% maior do que o recorde histórico anterior, que havia sido durante a cobertura do julgamento do casal Nardoni.

O confronto que reuniu Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) foi acompanhado por 190 jornalistas que estiveram no Tuca (teatro da PUC-SP), além daqueles que assistiram ao debate pela internet.

Mais de 80 sites fizeram a transmissão simultânea do vídeo ao vivo. No Twitter, o evento chegou a liderar a lista de assuntos mais comentados no mundo e, durante o debate, esteve entre os temas mais citados na rede social.

 

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Por Fernando Rodrigues
19h45 - 17/08/2010
 

Começa a propaganda eleitoral na TV

A seguir, os programas eleitorais de hoje (17.ago.2010) dos candidatos a presidente Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plinio de Arruda Sampaio (PSOL).





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Por Fábio Brandt
07h58 - 16/08/2010
 

Nos principais Estados, a virada de Dilma

petista vence em MG, RJ e BA, vitais para chegar ao Planalto

 

A pesquisa Datafolha que mostrou Dilma Rousseff (PT) com 41% contra 33% de José Serra (PSDB) tem dados reveladores nos 5 maiores Estados brasileiros, que concentram 54,5% dos eleitores do país.

 

O blog compilou os resultados de eleições anteriores e o que o Datafolha mostra agora.

 

Pela primeira vez na atual disputa, Dilma Rousseff lidera em 3 dos 5 principais Estados: Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia. Já José Serra está na frente em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Coincidentemente, esse foi exatamente o quadro da eleição de 2006 (entre Lula e Geraldo Alckmin).

 

Até meados de julho, Serra ganhava de 3 a 2 nesses Estados. Agora, a conta virou. Na Folha de hoje (16.ago.2010), para assinantes, uma análise sobre essa nova situação.

 

Eis os dados:

 


 


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Por Fernando Rodrigues
20h16 - 15/08/2010
 

Poder e política na semana – 16 a 22.ago.2010

A semana ficará marcada por um fato histórico: o 1° debate entre presidenciáveis na internet em eleições brasileiras. Participam Dilma (PT), Serra (PSDB) e Marina (PV). Organizado pelo UOL e pela “Folha de S.Paulo”, o evento será transmitido ao vivo na 4ª feira (18.ago.2010), a partir das 10h30. Para conhecer o formato e as regras, aqui.

Na 3ª feira (17.ago.2010), outro debate inédito na web, promovido por Folha e UOL, às 10h30 da manhã: entre os 3 candidatos mais bem colocados na disputa pelo governo de São Paulo: Alckmin (PSDB), Mercadante (PT) e Russomanno (PP).

Na 2ª-feira, o Ibope termina as entrevistas para nova pesquisa sobre a eleição presidencial e a Consultoria CP2 faz o mesmo na 6ª-feira.

Brasília recebe, também na 2ª-feira, visita de Manuel Zelaya, ex-presidente de Honduras que morou na embaixada brasileira em seu país em 2009. Na 4ª-feira, passa pelo Brasil o 1° ministro de Moçambique, Aires Ali.

A seguir, o drive político da semana:

Segunda (16.ago.2010)
Pesquisa Ibope – instituto termina as entrevistas para nova sondagem sobre a eleição presidencial. O estudo está registrado no TSE.

Zelaya em Brasíliapresidente deposto de Honduras fala sobre anistia e direitos humanos na América Latina em evento da Câmara dos Deputados.

Marina pede dinheiro – em São Paulo, participa de jantar para arrecadar fundos de campanha.

Dilma em Brasília – às 11h, tem reunião com assessores de sua campanha.

Gincana do Senado – abertas inscrições para o 3° concurso de redação da Casa. Para participar, é preciso cursar o 2° ou 3° ano do ensino médio em escola estadual e escrever sobre “Brasília, capital dos brasileiros”.

Lula para Vinícius – após discutir o PAC Energia com ministros, vai ao Itamaraty para a “nomeação póstuma” de Vinícius de Moraes como Embaixador.

Zé Maria no Maranhão – encontra-se com militantes do PSTU na sede do partido em São Luís. Faz campanha na cidade até 17.ago.2010.

Ivan Pinheiro no Rio – candidato do PCB à Presidência faz debate com trabalhadores da Saúde.

Rui Costa Pimenta em São Paulo – candidato do PCO à Presidência grava programa eleitoral no estúdio do partido.

Alckmin na Globo – concede entrevista ao telejornal local de São Paulo. Começa às 18h50.

Inflação – FGV divulga IPC-S. Até 5ª-feira, publica outros indicadores. Aqui, calendário de divulgação.


Terça (17.ago.2010)
Debate de Temer, Indio e Leal – os vices de Dilma, Serra e Marina participam de debate do jornal “O Estado de S.Paulo”.

Alckmin, Mercadante e Russomanno no UOL – o portal e a “Folha de S.Paulo” organizam o 1° debate com candidatos ao governo de São Paulo na internet. Começa às 10h30, com transmissão ao vivo.

Horário político – começa a propaganda dos candidatos no rádio e na TV.

Dilma em São Paulo – participa de evento dedicado a mulheres.

Marina em concentração – em São Paulo, prepara-se para o debate do UOL e da “Folha de S.Paulo” com os presidenciáveis.

Lula em Pernambuco – visita as cidades de Salgueiro e de Petrolina.

Esquerda reunida – o Foro de São Paulo faz 20 anos e se reúne em Buenos Aires. Há alguns anos as Farc não figuram entre os integrantes do grupo.

Zé Maria em BH – às 9h, vai à manifestação contra o fator previdenciário.

Mercadante na Globo – concede entrevista ao telejornal local de São Paulo.

Inflação – Fipe divulga IPC referente ao período de 16.jul.2010 a 15.ago.2010.

Quarta (18.ago.2010)
Dilma, Serra e Marina no UOL1° debate da história da internet no Brasil com candidatos à Presidência é organizado pelo portal e pela “Folha de S.Paulo”. Com transmissão ao vivo, começa às 10h30.

Indio na praia – o candidato a vice de José Serra faz campanha em Angra dos Reis, Mangaratiba e Paraty, cidades de seu Estado, o Rio de Janeiro.

Lula recebe 1° ministro de Moçambique – encontro com Aires Baptista Ali ocorre m Brasília, no CCBB.

Brasil na piscina – Cesar Cielo e outros brasileiros competem no Pan Pacifico, que ocorre nos EUA até 22.ago.2010.


Quinta (19.ago.2010)
Serra em Belém – vai a debate organizado pelo Fórum Amazônia Sustentável. Marina participou em 14.ago.2010, em Manaus. Dilma ainda não confirmou presença.

Marina no Rio – não está confirmado, mas pode ir a evento da Associação Brasileira de Telecomunicações.

Dilma na Santa Casa – em Brasília, vai ao 20° Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos.

Sexo dos candidatos – último dia para o TSE julgar recursos de quem teve a candidatura barrada. Também é o prazo para os TREs prestarem ao TSE informações sobre os candidatos de 2010. Obrigatório constar referência “ao sexo e ao cargo a que concorrem” (artigo 16 da lei 9504).

Zé Maria em Belém – caminha pelo bairro Terra Firme, entrega panfletos sobre sua candidatura e vai à assembleia dos trabalhadores da construção civil da cidade.

Lula em Brasília – faz balanço do PAC transportes com seus ministros.

Volta ao Planalto – começa transferência da sede da Presidência do CCBB para seu local de origem.


Sexta (20.ago.2010)
Pesquisa CP2 – instituto termina de colher dados para sua sondagem sobre a eleição presidencial. Aqui, registro da pesquisa no TSE.

Lula e Dilma – fazem campanha em São Paulo, junto com Aloizio Mercadante. Antes, no Rio de Janeiro, a presidenciável visita a Associação Nacional de Jornais e almoça na associação comercial do Estado.

Marina no Rio – encontra-se com correspondentes estrangeiros e visita o projeto AfroReggae.
 
Zé Maria no Amapá – faz campanha em Macapá, capital do Estado.

Lula em Sorocaba – não está confirmado, mas pode inaugurar campus da UFSCar na cidade.

Senado na Bienal do Livro – lança duas obras interessantes: o catálogo de suas obras de arte e também um livro com o anteprojeto do Código de Processo Civil.

Alckmin no Estadão – jornal sabatina o candidato ao governo de São Paulo.

Inflação – IBGE divulga seu Índice de Preços ao Consumidor Amplo.


Sábado (21.ago.2010)
Dilma na Bienal do Livro – incluiu novamente o evento em sua agenda (deveria tê-lo visitado em 14.ago.2010). Lula e Mercadante não estão confirmados, mas podem acompanhar a candidata.

Marina em Ribeirão Preto – vai a encontro de mulheres, no interior de São Paulo.

Zé Maria no ABC – no fim de semana, o candidato do PSTU à Presidência, visita São Bernardo e Santo André.


Domingo (22.ago.2010)
Mais debate presidencial – Marina passa o dia se preparando para debate organizado pela TV Canção Nova e pela Rede Aparecida. Será em 23.ago.2010, às 22h.

Protesto pelo riso – na praia de Copacabana, humoristas fazem passeata contra as restrições impostas pela lei eleitoral às piadas sobre candidatos.



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Por Fábio Brandt
 

Conheça as regras do debate online Folha/UOL

encontro inédito entre presidenciáveis será no dia 18 de agosto, às 10h30 da manhã, com transmissão ao vivo pela web:

 

 

e aqui, as regras do também inédito debate entre candidatos a governador de São Paulo:

 

 

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Por Fernando Rodrigues
Perfil

Fernando Rodrigues, jornalista, nasceu em 1963. Fez mestrado em jornalismo internacional na City University, em Londres, Reino Unido (1986).

Na Folha desde 1987, foi repórter, editor de Economia, correspondente em Nova York (1988), Tóquio (1990) e Washington (1990-91). Na Sucursal de Brasília da Folha desde 1996, assina a coluna "Brasília", na página 2 do jornal, às quartas e sábados.

Mantém uma página de política no UOL desde o ano 2000 - com informações estatísticas e analíticas sobre eleições, pesquisas de opinião e partidos políticos. Em 2007/08 recebeu uma fellowship da Fundação Nieman, na Universidade Harvard (Cambridge, MA, nos Estados Unidos).

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