Pesquisas em 61 cidades disponíveis
• Grandes siglas dominam o cenário nacional
• PT, PMDB, PSDB e DEM são os grandes favoritos
• “Onda vermelha” ainda está para ser confirmada
Este blog e a página Políticos do Brasil (www.politicosdobrasil.com.br) têm o prazer de apresentar a página de pesquisas eleitorais para este ano. Amantes da política, anotem na lista de favoritos: http://noticias.uol.com.br/fernandorodrigues/pesquisas/
Tradição desde o ano 2000, está página vai procurar mais uma vez publicar o máximo de pesquisas eleitorais disponíveis. Para os saudosistas, as pesquisas de eleições anteriores (e os resultados finais) estão em Pesquisas de Opinião (ao entrar, procure no final da página).
No momento, 61 cidades nas quais há pesquisas disponíveis mostram o seguinte quadro:

Como se observa, os partidos mais tradicionais (PT, PMDB, PSDB e DEM) têm o maior número de candidatos na frente (isolados ou empatados na margem de erro), liderando nas capitais e cidades médias e grandes.
Essa tendência já havia sido registrada em anos anteriores, com a diferença mais óbvia sendo o PT: partido de grande porte que teve o maior crescimento percentual em número de prefeitos na eleição de 2004 em relação a 2000.
Profecias muito anunciadas e que estão para ser cumpridas:
1) A “onda vermelha”: supostamente equipararia o PT em número de prefeitos a siglas como PMDB, PSDB e DEM. O palpite deste blog é que o PT deve crescer de maneira robusta neste ano. Dentro do partido, fala-se em 40% de aumento no número de prefeitos. Ou seja, os petistas ficariam com algo em torno de 570 cidades. Em Estados do Nordeste, esse percentual deve ser maior.
2) Derrocada da direita: o Democratas (ex-PFL) sofreu muito em 2004 (perdeu 23% de suas cidades). Agora, parece resistir. Por enquanto. Mas é nítido que o partido vai se ressentir com as já pedras cantadas no Rio e em São Paulo, onde dificilmente conseguirá manter as capitais. Já o PP é um partido ladeira abaixo. Resta saber qual será o seu piso.
Para quem gosta de números, como este blog, aqui está uma memória do que se passou nas últimas duas eleições municipais no país:







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