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Blog do Fernando Rodrigues

Cobertura política, eleitoral, pesquisas e notícias do poder

17h13 - 06/10/2006

No exterior, deu Alckmin 44,8% X 39,8% Lula

Lula teve uma votação bem menor no exterior do que a recebida no Brasil. Aqui, passou de 48%. Entre os eleitores que vivem fora do Brasil o petista teve só 39,8%. Já Geraldo Alckmin chegou a 44,8% no eleitorado externo.

Esses números são apenas curiosidades, pois meros 39.077 eleitores que vivem fora do país se dispuseram a votar no último domingo. Esses 39.077 representam apenas 0,041% dos eleitores que votaram no dia 1º.

Mas é interessante ver o quadro completo (abaixo) que acaba de ser divulgado pelo TSE:

Por Fernando Rodrigues

O drive político do dia (6.out.2006 - 6ª feira)

Presidenciáveis Lula recebe às 10h o presidente eleito do México Felipe Calderón. Antes, às 8h, dará entrevista para quatro rádios regionais: Rádio Jornal do Comércio (PE), Rádio Metrópole (BA), Rádio Sociedade (BA) e Rádio Verdes Mares (CE). À tarde o presidente desembarca em Juazeiro, na Bahia, onde participa de carreata. Alckmin tenta principalmente apagar o incêndio do caso Garotinho. Ele concede entrevistas a partir das 8h para emissoras de rádio em São Paulo e encontra às 10h o presidente da Força Sindical Paulo Pereira.

Liberação de verbas – a oposição não perdeu tempo e prometeu entrar no TSE contra a liberação de R$ 1,5 bilhão do Orçamento. Ontem tucanos e pefelistas protocolaram representação no tribunal acusando o ministro da Fazenda, Guido Mantega, de usar o ministério para promover a candidatura de Lula. A polêmica começou quando o ministro convocou entrevista para cobrar do PSDB seu programa econômico.

"Dossiegate" – na reunião da Executiva do PT que acontece hoje os integrantes deverão pedir a suspensão de petistas acusados de envolvimento com a compra do dossiê contra Serra. Também deverão pedir que Ricardo Berzoini, presidente do partido, deixe o cargo. A dúvida é se a saída do petista será ou não prejudicial à campanha de Lula.

Por Fernando Rodrigues
11h17 - 05/10/2006

No mundo financeiro, todos à espera
da nova pesquisa do Datafolha amanhã

O boletim de hoje da Merrill Lynch a seus clientes diz que no Brasil “todos os olhos” estão voltados para a pesquisa Datafolha, cujo campo termina amanhã (sexta-feira) e o resultado sai no jornal de sábado.

 

“Pouco significativamente importante aconteceu desde a realização do segundo turno”, informa a ML, um dos mais respeitados bancos de investimentos dos EUA. Além da pesquisa Datafolha, outro fato a considerado, segundo a corretora e banco de investimentos é o debate de domingo entre Lula e Alckmin, na TV Bandeirantes, às 20h.

 

Abaixo, a íntegra do comentário (sorry, only in English):

 

Brazil: All Eyes on New Datafolha Poll on Friday

 

Since the elections on Sunday, very little of significant importance has happened in terms of the presidential campaigns for the second round. Lula and Alckmin have both concentrated efforts on the search for endorsements by regional political figures and the candidates defeated in the first round. So far, Alckmin has received the formal support of the controversial Anthony Garotinho and his wife Rosinha, both former governors of the state of Rio de Janeiro (where Lula had 49.2% of the votes and Alckmin reached only 28.9%). Helosia Helena, who got 6.8% of the votes in the first round, in turn, declared that she would support neither candidate, while Cristovam Buarque (with 2.6% of votes) has yet to decide.

 

The next relevant event to watch should be the release on Friday night of Datafolha’s newest presidential poll. In the last survey (30 September), Lula and Alckmin had 49% and 44% of the votes, respectively. Also, on Sunday, Rede Bandeirantes will host, at 8:00pm (Brasilia), the first presidential debate between the two candidates.

 

In other news, a congressional commission submitted to the plenary a report containing a number of measures intended to “improve the minimum wage’s purchasing power.” Among them, the most “important” proposes the automatic increase of the real minimum wage by twice the growth rate of the real GDP of the previous year. This measure, if approved, would have a very negative effect on the fiscal accounts and impact adversely formal job creation. Ours sense, however, is that this is well understood by the majority of Congress, and, therefore, this politically motivated initiative is unlikely to see full approval.

Por Fernando Rodrigues

O drive do dia (5.out.2006 – 5ª feira)

Presidenciáveis – Lula recebe o candidato ao governo do Rio Sérgio Cabral no Palácio da Alvorada. À noite participa de um ato de apoio a sua candidatura e a de Cabral no Rio. O petista comemorou ontem na reunião de governadores a crise na campanha de Alckmin no Estado, causada pelo apoio do casal Garotinho. O tucano hoje desembarca em Salvador, Bahia, para encontro com líderes políticos locais.

Sanguessugas – o Conselho de Ética do Senado ouve três ex-proprietários do Fiat Ducato que teria pertencido ao deputado Lino Rossi (PP-MT) e que poderia ter sido usado como pagamento ao senador Magno Malta (PL-ES) para a liberação de emendas para a máfia das ambulâncias. Os depoimentos começam às 10h. À tarde será a vez da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) apresenta sua defesa sobre a possível participação no esquema.

Cláusula de barreira ontem o TSE provocou polêmica com 3 interpretações para o dispositivo. Os partidos já davam como certo que apenas 7 haviam superado a cláusula, mas os primeiros números do tribunal mostravam que eram 10 os que conseguiram superar a barreira. Por causa da confusão, os ministros do TSE estão pressionados a decidir de uma vez qual interpretação é a correta.

Por Fernando Rodrigues
14h37 - 04/10/2006

TSE divulga nova visão da cláusula de
barreira e 'aprovados' sobem para 10

Polêmica: partidos mensaleiros PL e PTB e pequeno PPS conseguem passar pela barreira se prevalecer a interpretação da lei

Grande polêmica. O TSE divulgou hoje uma planilha (clique aqui para baixar o arquivo oficial) com a votação final para deputado federal em todo o país, com a divisão por partido e por unidade da Federação. Nessa planilha, aparecem 10, isso mesmo, 10 partidos que teriam cumprido as exigências da cláusula de barreira. O entendimento anterior era que apenas 7 teriam conseguido passar (PDT, PFL, PMDB, PP, PSB, PSDB, PT). Agora, dois partidos mensaleiros (PL e PTB) além o do pequeno PPS (ex-partidão) também estariam dentro do clube.

Para entender a polêmica é necessário ler o que diz a lei nº 9.096 (de 19 de setembro de 1995), no seu artigo 13:

"Art. 13. Tem direito a funcionamento parlamentar, em todas as Casas Legislativas para as quais tenha elegido representante, o partido que, em cada eleição para a Câmara dos Deputados obtenha o apoio de, no mínimo, cinco por cento dos votos apurados, não computados os brancos e os nulos, distribuídos em, pelo menos, um terço dos Estados, com um mínimo de dois por cento do total de cada um deles".

A celeuma está na interpretação dos 5%: esse percentual se refere aos votos para deputado no país inteiro (como sempre foi divulgado) ou apenas em 9 Estados (o que é muito fácil)? De acordo com a planilha recém-divulgada pelo TSE, basta obter 5% dos votos para deputado deferal em 9 unidades da Federação --daí a inclusão de PL, PTB e PPS. Por pouco não entra também nesse cálculo o PC do B (que ficou com 4,34% por essa "nova visão" da cláusula).

Na dúvida, o TSE resolveu divulgar todas as interpretações possíveis. É importante notar que essa não é uma decisão definitiva. Caberá aos ministros dessa corte tomarem uma posição mais adiante a respeito --possivelmente quando forem dividir o dinheiro do fundo partidário de 2007.

O fundo partidário tem aproximadamente R$ 130 milhões por ano. É dinheiro público. Os partidos que passarem pela cláusula dividirão entre si 99% dessa bolada, proporcionalmente aos votos que receberam para deputado federal. Os outros todos dividem juntos apenas o 1% restante.

Post scriptum: polêmica instalada, o TSE informa que apenas considera necessário divulgar todas as interpretações possíveis da lei. Até por essa razão, acaba de colocar à disposição uma nova planilha (clique aqui para fazer o download) que contempla a visão mais clássica da cláusula de barreira (para o TSE, a "versão II"). A versão definitiva só mais adiante.

Depois das dúvidas lançadas, o presidente do TSE, ministro Marco Aurélio Mello, deu uma declaração pública sinalizando que o tribunal poderá recuar para a interpretação mais clássica da cláusula de barreira (seriam mesmo necessários 5% dos votos em todo o país). Mas vamos todos agora ter de esperar até que isso seja oficial.

Post scriptum 2: Agora, uma terceira interpretação da cláusula. Muito mais rígida: só 6 partidos são "aprovados". Para ter acesso à nova planilha do TSE, clique aqui.

Pela "versão III", os partidos precisam 1) ter 5% dos válidos de todo o país para deputado federal; 2) esses votos correspondentes a 5% "têm que estar distribuídos em pelo menos 9 Estados" e 3) nos Estados "não poderá ocorrer índice menor que 2% do total de válidos".

Por essa regra, estariam na "primeira divisão" apenas os seguintes 6 partidos: PFL, PMDB, PP, PSB, PSDB e PT. Fica de fora o PDT (que obteve 5% dos votos no país, mas não teve 2% em todas as UFs).

Por Fernando Rodrigues

O drive político do dia (4.out.2006 - 4ª feira)

Aliados na campanha – Lula se encontra às 10h com pelo menos 6 governadores eleitos: os petistas Jaques Wagner (BA), Marcelo Déda (SE), Binho Marques (AC) e Wellington Dias (PI) e Cid Gomes (PSB-CE) e Eduardo Braga (PMDB-AM).

Convocação de ministros – na agenda do presidente estão marcadas reuniões com 4 ministros. Lula está claramente passando instruções aos subordinados para que batam duro em Alckmin. Ontem Tarso Genro (Relações Institucionais) e Guido Mantega (Fazenda) iniciaram os ataques contra o tucano. Pelo menos 3 ministros devem tirar férias para ajudar na campanha.

Recesso Branco – a Câmara retomou os trabalhos ontem, mas só esqueceu de combinar com os deputados, que não apareceram. Na reunião de líderes ficou acertada a prorrogação do "recesso branco", que acontece desde julho, até novembro, após o 2º turno. Durante esse período ocorrerão apenas os "esforços concentrados"; o primeiro está previsto para a segunda e terça-feira da semana que vem.

Apoios – o PDT adiou para hoje reunião da Executiva que decidirá quem apoiar no 2º turno.

Sanguessugas – a CPI realiza reunião administrativa. Na pauta há pelo menos 207 requerimentos para serem avaliados pelos membros da comissão. No Conselho de Ética do Senado, Jefferson Péres deve apresentar seu relatório do processo contra Ney Suassuna.

“Políticos do Brasil" – este blogueiro lança o livro em Brasília, na Livraria Fnac (Park Shopping), a partir das 19h30. Todos convidados.

Por Fernando Rodrigues
06h10 - 03/10/2006

O drive político do dia (3.out.2006 – 3ª feira)

Congresso – Câmara e Senado retomam seus trabalhos. Na Câmara o presidente Aldo Rebelo se reúne com os líderes dos partidos para discutir a pauta de votações durante a semana.

Estratégias para 2º turno – Lula ganha reforço na campanha do ex-ministro Ciro Gomes, e dos governadores eleitos Marcelo Déda, Sergipe, e Jaques Wagner, Bahia. Petistas querem partir para o ataque. Wagner e o coordenador da campanha Marco Aurélio Garcia dão coletiva às 14h no comitê do partido. Do lado dos tucanos a idéia é associar Alckmin a nomes fortes que disputam o segundo turno nos Estados, além de martelar a tecla do escândalo do dossiê.

Dossiegate – o presidente Lula e Ricardo Berzoini têm encontro às 10h. Lula deve pressionar o presidente do PT para que entregue o “cabeça” do dossiê. O objetivo é evitar que os tucanos tenham mais munição durante o restante da campanha.

Apoios – PSOL e PDT se reúnem com suas respectivas lideranças para definir quem irão apoiar no 2º turno. Heloísa Helena avisou que não apoiaria ninguém. Cristovam foi cortejado pelo PSDB, mas disse ontem que a decisão final é do partido.

Cláusula de barreira – o TSE divulga o resultado oficial da votação dos partidos, que será fundamental para determinar quem fica dentro ou fora do dispositivo que limita a atuação dos congressistas na Câmara e no Senado. Vários partidos “nanicos” devem se fundir para fugir da regra. Legendas como o PPS, PV, PC do B, PSOL, PTB, PL, Prona não tiveram bom desempenho nas urnas e estão entre os que podem perder representatividade em 2007.

Por Fernando Rodrigues
10h38 - 02/10/2006

O padrão das viradas no 2º turno depende
de como cada candidato entra na disputa

Lula teve 48,61%. Alckmin teve 41,64%. Diferença: 6,97 pontos percentuais.

Desde 1990, quando as eleições estaduais no Brasil passaram a ter a possibilidade de 2º turno, já houve 17 “viradas” (e não 16, como inicialmente mencionado; sorry) –quando o segundo colocado acaba se tornando o primeiro e acaba vencendo a disputa. Hoje, esse é o sonho dos tucanos e o pesadelo dos petistas.

Há muitos fatores que influenciam essas “viradas”. Os apoios que cada um dos candidatos recebe no 2º turno, por exemplo. Escândalos novos e velhos que são explorados. A capacidade de manter a militância envolvida na reta final da campanha. E o “momentum” político em geral. Mas há um dado interessante, quase científico: a diferença, em pontos percentuais, que separa os dois candidatos no final do primeiro turno.

Da 17 “viradas” entre 1º e 2º turnos em eleições estaduais, só 7 ocorreram quando diferença entre os dois candidatos no 1º turno foi superior a 7 pontos (a distância agora entre Lula e Alckmin). Nos outros 10 casos (a maioria), os dois candidatos já foram para a disputa final muito próximos.

O que isso quer dizer? Quer dizer que estatisticamente o caso Lula X Alckmin não está dentro dos padrões da maioria das “viradas” entre 1º e 2º turnos  –embora já tenham sido registrados casos semelhantes em que esse tipo de reviravolta aconteceu.

Para ajudar a memória de todos, este blog coloca à disposição os dados históricos das “viradas” nas disputas estaduais desde 1990:

Por Fernando Rodrigues

O drive da semana (2 a 6 de outubro)

segunda-feira (2.out)
Cicatrizes eleitorais – hoje é o dia nacional de os derrotados lamberem as feridas deixadas pela eleição. É também a hora das declarações de apoio ou neutralidade no segundo turno.

terça-feira (3.out)
Congresso – Câmara e Senado retomam seus trabalhos. Na Câmara, o presidente Aldo Rebelo se reúne com os líderes dos partidos para discutir a pauta de votações na semana.

quarta-feira (4.out)
Sanguessugas – dia de votação do relatório do senador Jefferson Peres (PDT-AM) sobre o processo de cassação do senador Ney Suassuna (PMDB-PB), acusado de envolvimento com a máfia das ambulâncias. Esse caso específico pode perder intensidade, pois Suassuna tentava se reeleger e perdeu ontem a eleição para o Senado. Peres apresentará seu relatório a partir das 10h, no Senado. Na Câmara a CPI se reúne para votação de requerimentos, a partir das 10h30.

“Políticos do Brasil”, o livro – lançamento em Brasília, na Livraria Fnac (Park Shopping), a partir das 19h30. Todos convidados.

quinta-feira (5.out)
Sanguessugas – o Conselho de Ética do Senado ouve 3 ex-proprietários do Fiat Ducato que teria pertencido ao deputado Lino Rossi (PP-MT) e que poderia ter sido usado como pagamento ao senador Magno Malta (PL-ES) para a liberação de emendas para a máfia das ambulâncias. Os depoimentos começam às 10 h. À tarde será a vez da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) apresenta sua defesa sobre a possível participação no esquema.

Por Fernando Rodrigues

Petista entra fragilizado; tucano está fortalecido

O que é possível dizer sobre os resultados do 1º turno para presidente? Como todos viram, a “oncinha não bebeu água” como Lula previa. O petista entra fragilizado no segundo turno, com uma diferença muito pequena para seu adversário. Alckmin está robustecido. Esse é o senso comum. O que acontecerá no segundo turno, domingo dia 29, não se sabe.

 

A lógica do processo final de votação agora depende de inúmeros fatores.

 

As dúvidas sobre o PT/Lula são:

  • militância petista – vai ser de alguma forma revitalizada?
  • a cabeça de Lula – presidente terá ânimo para disputar uma eleição que estava ganha para ele há 15 dias?
  • propaganda – o marketing da campanha será fortalecido nesta fase final, tornando-se mais agressivo?
  • Estados – o PT será chamado para compor muitas alianças locais. Lula está disposto a fazer campanhas em troca de apoio?
  • Mercadante/dossiegate – a origem do dinheiro vai aparecer? Se sim, o PT afundará ainda mais na lama. A imagem dos dólares e dos reais será usada à náusea, num processo contínuo e crescente de desconstrução de Lula.

As dúvidas sobre PSDB/Alckmin são:

  • Serra e Aécio Neves – se Lula está triste, esses dois estão inconsoláveis. Preparados para disputar o Planalto em 2010, agora podem ver o sonho voar pela janela. Se Alckmin for eleito, certamente vai querer a reeleição daqui a quatro anos. Qual será o empenho real (não da boca para fora) de Serra e de Alckmin?
  • Estados – o PSDB disputa em três Estados (dois deles contra o PT). Terá meios de mobilizar o eleitorado para turbinar a candidatura Alckmin, que foi sempre anêmica de quadros?
  • propaganda – o comedido marketing alquimista será agora mais firme na hora de apontar o dedo para os problemas e defeitos alheios?
  • elite – Alckmin será mansamente o candidato dos ricos ou tentará se livrar dessa imagem, para que Lula não se apresente como vítima?
  • debate – o pensamento retilíneo e a argumentação monocórdia de Alckmin serão suficientes para, na TV, suplantar a capacidade de comunicação e a retórica popular de Lula?

    A primeira semana será decisiva para verificar como será o desempenho de Lula e de Alckmin nesta fase da campanha. Palpite do blog: não é impossível, mas será muito difícil o petista conseguir debelar o desânimo que se abateu sobre o seu grupo mais próximo.

Por Fernando Rodrigues
10h18 - 01/10/2006

Bom voto a todos

Hoje é o dia. Muita reflexão e bom voto a todos. Democracia não existe sem eleição. Mas o mais importante é cobrar responsabilidade dos eleitos nos 4 anos seguintes.

Por Fernando Rodrigues

Senadores: veja as pesquisas

Abaixo, o quadro atualizado das de pesquisas para o Senado:

Por Fernando Rodrigues
Perfil

Fernando Rodrigues, jornalista, nasceu em 1963. Fez mestrado em jornalismo internacional na City University, em Londres, Reino Unido (1986).

Na Folha desde 1987, foi repórter, editor de Economia, correspondente em Nova York (1988), Tóquio (1990) e Washington (1990-91). Na Sucursal de Brasília da Folha desde 1996, assina a coluna "Brasília", na página 2 do jornal, às segundas, quartas e sábados. Mantém uma página de política no UOL desde o ano 2000 – com informações estatísticas e analíticas sobre eleições , pesquisas de opinião e partidos políticos. Em 2007/08 recebeu uma fellowship da Fundação Nieman, na universidade Harvard (Cambridge, MA, nos Estados Unidos).

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