Feliz Natal
No news, good news.
Feliz Natal a todos os blogueiros que freqüentam este espaço!!
Cobertura política, eleitoral, pesquisas e notícias do poder
Esta foi a semana internacional dos cafés da manhã, almoços e jantares entre fontes e jornalistas em Brasília. Hoje, foi a vez de Palocci recepcionar os repórteres. Era para ser um café da manhã. Às 9h foram admitidos os jornalistas no Ministério da Fazenda. Só 1 por veículo. E... surpresa: o café da manhã era sem Palocci. Só os jornalistas... Por volta das 10h30, os repórteres foram conduzidos para outra sala onde o ministro deu a entrevista. Pergunta: para que dar de comer aos jornalistas antes da entrevista? A assessoria de imprensa da Fazenda é uma das mais eficazes da Esplanada. Faz o "spinning job" como ninguém. Hoje, a coisa foi meio esquisita.
Por enquanto, a intenção de Lula é fazer uma nomeação carregada de política para a primeira vaga que precisa preencher no STF (Supremo Tribunal Federal). O lugar fica disponível em janeiro, com a aposentadoria de Carlos Velloso (que completa 70 anos no dia 19 do mês que vem). O escolhido poderá ser um político nato ou alguém de confiança total do presidente da República.
Em março, é possível que Lula perca um de seus grandes aliados no STF, o atual presidente da Corte, Nelson Jobim --que pretende sair para ser candidato nas eleições de 2006. Jobim é o único ministro do Supremo com grande vivência política antes da sua nomeação, por FHC, em 1997. Outro que pensa em sair em 2006 é Sepúlveda Pertence.
Com essas 3 baixas (Velloso, Jobim e Pertence), Lula terá sido o presidente da República que mais nomeou ministros para o STF nas últimas décadas. Já indicou 4 e poderá chegar a 7. O STF tem 11 ministros. Lula terá a "maioria".
Dentro do Palácio, no momento, a falação sobre os substitutos inclui os seguintes nomes na bolsa de apostas (quando se trata de escolher alguém que tenha afinidade política com Lula):
Alvaro Augusto Ribeiro da Costa – Advogado-Geral da União e ex-integrante da Procuradoria Geral da República, o cearense caiu nas graças do presidente da República.
José Antônio Dias Toffoli – ex-advogado do PT, muito atuante na campanha de Lula em 2002 e ex-subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil (sob José Dirceu)
Luiz Eduardo Greenhalgh – deputado federal (PT-SP), advogado
Sigmaringa Seixas – deputado federal (PT-DF)
Tarso Genro – ex-ministro da Educação e do PT gaúcho
Eis um exemplo do grau de lula-dependência do PT. Fala o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP): “Se o Lula não for candidato a crise do PT vai para a estratosfera”.
Lula usa essa metáfora de maneira, vamos dizer, mais solta e popular para definir o estado atual do PT, pós-mensalão. Aí vai uma versão higienizada da frase: “O PT parece uma criança que sujou a fralda, ficou com medo e está acuada, encostada na parede, sem reação”.
O presidente, como se não tivesse nada a ver com o escândalo, acha que seu partido precisa ser mais ativo, e não apenas ficar constrangido com a situação.
É pública a gincana aberta para a escolha do marqueteiro de Lula em 2006. Dois nomes pontuam com freqüência nas rodas petistas e planaltinas: João Santana e Paulo de Tarso Santos. Agora, um terceiro nome começa a ser também sempre citado: Edson Barbosa, dono da agência de publicidade Link. Baiano e bem-relacionado no Planalto e no PT, Edinho, como é conhecido, deu muitos palpites nos últimos programas de TV do PT depois da saída de Duda Mendonça do mundo governista. "Dei sugestões como cidadão", diz ele. No mercado, considera-se que foi a própria Link a responsável pelos programas petistas recentes, o que Edinho diz não ser verdade. Pontos de contato de Edson Barbosa no PT: Waldir Pires, Ricardo Berzoini, Jaques Wagner, Nelson Pellegrino e Humberto Costa. Um pepino para Edinho: as acusações do TCU sobre irregularidades no contrato de publicidade entre a Link e os Correios (ao mesmo tempo que em essa estatal era atendida por Marcos Valério...). Problemaço... A Link, é claro, diz não haver nada de errado por ali. Qual a chance de haver composição entre João Santana, Paulo de Tarso e Edinho? Hoje, zero. A decisão é toda de Lula.
O internauta Rodrigo Rossi Horochovski, doutorando em Sociologia Política (UFSC), de Curitiba (PR), envia dados de uma pesquisa sobre o tamanho do emprego público na economia de vários países. Não conheço a metodologia do trabalho, que pode ser esclarecida diretamente com Horochovski, no seu e-mail: rorossi@uol.com.br. Aliás, recomendo aos interessados que consultem Horochovski antes de fazer qualquer citação. A conclusão seria que o Brasil tem poucos funcionários públicos. Julguem como quiserem. Uma curiosidade: no Japão, o funcionalismo parece ser bem pequeno na economia (só 3,3% do total da mão de obra) e trata-se de um país um grau razoável de eficiência no setor público. A seguir, o comentário: "Temos um Estado pequeno no Brasil, razão porque talvez alguns serviços sejam bastante precários. Transcrevo, abaixo, uma tabela com os países que participam da referida pesquisa e que têm dados disponíveis para o indicador em questão. Os números representam o total de empregados no setor governamental para cada 100 trabalhadores". Países e % de emprego governamental como Noruega - 37,5
porcentagem do total de empregos – 2004):
Rússia - 37,4
Hungria - 36,7
Jordânia - 34
África do Sul - 32,45
Dinamarca - 30,01
Eslovênia - 30
Suécia - 30
Israel - 27,98
Polônia - 27,7
Finlândia - 27,2
Países Baixos - 25,1
México - 21,8
Grécia - 21,3
Austrália - 20,1
Canadá - 20,1
Irlanda - 20
Islândia - 18,7
Bélgica - 18,3
Reino Unido - 17,6
Suíça - 17,2
Alemanha - 16,9
Nova Zelândia - 16,6
Argentina - 16,3
Chile - 16,3
Espanha - 15,79
Estados Unidos - 15,7
Venezuela - 14,9
Turquia - 14,76
Itália - 14,61
Brasil - 11,1
China - 10,5
Taiwan - 10,24
Tailândia - 8,2
Hong Kong - 7,7
Coréia do Sul - 5,49
Índia - 4,75
Japão - 3,3
Cingapura - 2,98
Fonte: IMD (2004) The World Competitiveness Yearbook 2004, Institute for Management Development, Switzerland
Já está disponível, em porwerpoint, o documento de prestação decontas parcial da CPI dos Correios, divulgado hoje. Para ter acesso, assinantes do UOL, clique aqui.
Consenso mais ou menos geral dentro da Câmara sobre os mensaleiros ainda na fila da morte: 3 absolvidos, 3 cassados e 5 na dúvida.
Por essa média do momento, salvam-se Professor Luizinho, Roberto Brant e Vanderval.
Serão cassados: Zé Mentor, Janene e Pedro Corrêa.
Na dúvida: João Paulo, Pedro Henry, Vadão, João Magno e Josias Gomes.
O trabalho geral, como se sabe, é pela absolvição de todos. O tempo opera a favor do liberou geral.
Telefona Milton Temer, do PSOL do Rio. Confirma uma reunião entre o seu partido e o PT, com Vladimir Palmeira. Foi cordial. Mas conclui: "Não há hipótese de o PSOL se aliar ao PT no Rio". Este blog ouviu comentários diferentes dentro do próprio PSOL. Mas fica o registro do dirigente partidário. Heloísa Helena, agora há pouco dentro do plenário do Senado, disse: "Não há hipótese de o PSOL não ter candidato a presidente". Aí está, a versão do PSOL. Mas que houve conversa entre PSOL e PT no Rio, houve.
Quem diria. O PSOL, sigla criada de uma costela perdida do PT, anda sugerindo no Rio de Janeiro que gostaria de fazer uma aliança com o... PT. Isso mesmo. Para garantir a eleição de seus deputados, o PSOL sugere que pode fazer uma aliança para os cargos proporcionais na eleição fluminense de 2006. No Rio, o candidato petista é Vladimir Palmeira, da esquerda do partido e não faria vergonha aos radicais do PSOL. Mas o problema é outro. Se a regra da verticalização for mantida, o PSOL só poderá se aliar ao PT em alguns Estados se Heloísa Helena não for candidata ao Palácio do Planalto. Aí a coisa fica mais difícil... Por enquanto, a novidade, é o pânico real dos partidos pequenos sobre a eleição de 2006. Quem não tiver 5% dos votos para deputado federal em todo o país ficará abaixo da chamada cláusula de barreira: a partir de 2007, amargará só 2 minutos por semestre na TV, quase nada de dinheiro do fundo partidário e sem direito a estrutura de liderança dentro do Congresso. A vida ficará difícil para essa turma.
A repetição das táticas e estratégias entre Lula e FHC não se limitam à política econômica e à maneira fisiológica de relacionamento com o Congresso. Há também similitude na abordagem da candidatura à reeleição. Lula hoje vive plantando que pode não ser candidato. Natural. FHC fazia o mesmo em 1997. Em 5 de dezembro de 1997, FHC estava em Londres e foi abordado por repórteres a respeito de sua ainda eventual recandidatura no ano seguinte: "Não pensei nisso ainda. (...) Estou mais preocupado com uma porção de coisas mais imediatas, como a preservação da moeda, o desenvolvimento econômico e as questões sociais". E mais: ''Se houver, como tem havido até hoje, apoios amplos, e se sentir que posso corresponder a esses apoios, é claro que vou ser candidato''. No dia 23 de dezembro de 1997, a Folha publicou uma entrevista de FHC a Valdo Cruz. Nela, o então presidente falava: "Fui candidato, sou presidente e não sei como é ser presidente candidato". Alguma diferença das tergiversadas atuais de Lula? Zero.
A CPI dos Correios teve uma grande vitória no STF (Supremo Tribunal Federal). O ministro Sepúlveda Pertence aceitou a argumentação da CPI e revogou a liminar (decisão provisória) que havia dado para a Prece, fundo de pensão da empresa estadual de água do Rio.
A Prece é considerada um dos fundos de pensão mais problemáticos pela CPI dos Correios. A liminar do STF suspendia a quebra de sigilos e impedia que as investigações descobrissem eventuais irregularidades. Agora, a porteira voltou a ficar aberta.
Sob o comando do clã Garotinho, a empresa de água do Rio volta a ficar na alça de mira da CPI. É mais um golpe na cambaleante candidatura presidencial de Anthony Garotinho.
Nas próximas horas ou dias, a CPI dos Correios deve divulgar estatísticas mais precisas sobre os fundos de pensão.
Para acompanhar no STF o caso da Prece, clique aqui
O amigo e blogueiro Cláudio Weber Abramo (Transparência Brasil) manda importante contribuição sobre o números de funcionários públicos no Brasil e no mundo. Aí vai um resumo:
“Não há uma coleta sistemática de estatísticas mundiais sobre o contingente de funcionários públicos de países. Há coisa de cinco anos um estudo do Banco Mundial dava os seguintes resultados (em todos os casos, excluindo-se servidores das áreas de saúde e educação) quanto ao porcentual de servidores públicos em relação à população (todas as esferas):
1 - América Latina: 7,6%
2 - Países da OCDE: 7,2%
3 - Brasil: 3,6%
Como se vê, o Brasil tem a metade dos funcionários públicos que a média da OCDE, e menos de metade da média latino-americana.
Outra história, naturalmente, é a eficiência, grau de formação etc. desse contingente, o que se reflete na qualidade do serviço que prestam. Pode-se imaginar que no Brasil seja muito baixa em relação aos países da OCDE, mas não deve ser pior do que a média latino-americana. Observe-se, por exemplo, que no México há 40 anos não há concurso público para nenhuma função. Todo mundo é indicado arbitrariamente, do motorista ao gerente do Banco Central e daí pra cima".
Aproveito para registrar que este blogueiro não tem nada contra funcionários públicos, como alguns entenderam por causa de um "post" desta manhã. A idéia aqui é informar e promover o debate.
Depois o governo reclama que o Congresso atrasa a votação do Orçamento, que oposição tem má vontade etc. Por até agora a pauta da convocação extraordinária (em vigor desde o dia 16.dez) não contempla a votação do Orçamento de 2006. Isso mesmo. A pauta da convocação extraordinária não traz a votação do Orçamento do ano que vem. A convocação que custará milhões para os cofres publicos não inclui, até o momento, o item mais relevante para o bom funcionamento do país. Por quê? Simples. Sem o Orçamento em pauta, é como se o Congresso estivesse em recesso para esse tema. Todos os assuntos relacionados ficam para a Comissão Representativa dos partidos. Por exemplo: R$ 9,5 bilhões de créditos suplementares que precisam ser aprovados urgentemente para a máquina pública não entrar em estado de paralisia. A Comissão Representativa é composta por apenas 17 deputados e 8 senadores. Terá reunião hoje, às 15h, no plenário do Senado sob o comando de Renan Calheiros. Essa comissão diminuta votará facilmente os R$ 9,5 bilhões de créditos suplementares (R$ 7,5 bi só para salários; essa era a pauta preliminar na parte da manhã, mas sabia-se que haveria mudança de valores até o início da reunião). Se o Orçamento estivesse na pauta, a decisão teria de ser do conjunto total do Congresso... A conta seria altíssima para o Planalto. Depois de aprovar essa montanha de créditos suplementares, é certo que a votação do Orçamento será incluída na pauta da convocação extraordinária. Trata-se de uma manobra compreensível por parte do Palácio do Planalto. Agora, o que dá para engolir é que a culpa pela não-votação do Orçamento de 2006 seja apenas da oposição. A lista de responsáveis pelo atraso na votação do Orçamento de 2006 é a seguinte: Lula (que não se interessa pelo assunto), Jaques Wagner (um desarticulador político de mão cheia), Paulo Bernardo (um ministro do Orçamento fraco, simples seguidor da linha palocciana) e líderes governistas no Congresso (Chinaglia, Mercadante, Fernando Bezerra etc.).
Palmeirense fanático, o prefeito de São Paulo, José Serra, acaba de receber os jogadores do São Paulo Futebol Clube. Abraçou o goleiro Rogério Ceni, levantou a taça de campeão mundial do tricolor, mostrou bom humor, enfim, Serra é candidatíssimo a presidente da República. Como nas pesquisas, Geraldo Alckmin ficou um pouco atrás de Serra no marketing futebolísitico. Os jogadores do São Paulo passaram primeiro pela Prefeitura paulistana, e, depois, pelo Palácio dos Bandeirantes (até porque o caminho natural era esse mesmo; o Morumbi era o ponto final do trajeto e mais próximo do palácio do governo estadual).
Os 5.560 municípios brasileiros têm 4.521.579 servidores públicos. O número é de 2004. Representa um aumento de 11,1% sobre os 4.069.459 servidores do ano de 2002. Os dados são do IBGE.
Na média, o Brasil tem 2,6 servidores públicos municipais para cada 100 habitantes.
Na região Sudeste, a mais populosa, a média cai para 2,3 funcionários públicos municipais para cada 100 habitantes. A seguir, a média por região em 2004 (para cada 100 habitantes):
Brasil – 2,6
Norte – 2,3
Nordeste – 2,8
Sudeste – 2,3
Sul – 2,4
Centro-Oeste – 3,2
Notem bem internautas: esses são apenas os funcionários públicos municipais. Não estão aí os estaduais nem os cerca de 500 mil federais.
Os dados completos estão disponíveis nesta página (para assinantes UOL). Para ter acesso ao estudo do IBGE em pdf (bem pesado, de 1,1 Mb), clique em:
http://noticias.uol.com.br/fernandorodrigues/docs.jhtm
O CNJ acaba de decidir. Deu 9 a 4 a votação contra a permanência de Luiz Zveiter na presidência do STJD (conforme anunciado no post abaixo), acumulando cargo de desembargador no TJ do Rio. O CNJ deu prazo para a decisão ser cumprida: até o dia 31 deste mês. Zveiter terá de escolher. Ou fica no STJD ou no TJ do Rio. Nos dois, não. A decisão vale para todos os juízes na mesma situação de Zveiter. O advogado de Zveiter, o conhecido Sérgio Bermudes, cogita de recorrer da decisão do CNJ. O recurso seria ao STF (Supremo Tribunal Federal). Se obtiver liminar, o caso ficará novamente suspenso até a decisão final do STF.
O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) já decidiu que o reinado de Luiz Zveiter à frente do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) terá de acabar. Agora, enquanto este texto é escrito, a votação dentro do CNJ é de 9 a 3 contra Zveiter. Falta apenas um voto. Qual é o ponto? Zveiter acumula os cargos de presidente do STJD e de desembargador do Tribunal de Justiça do Rio. Na opinião do CNJ, são duas funções incompatíveis. O CNJ tem 15 membros. Dois deles não apareceram hoje e não vão votar. O último conselheiro a votar será Oscar Argolo. Ele é indicado pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e, no passado, atuou junto ao STJD. Argolo pediu vista do processo, o que levaria o caso até fevereiro. Foi instado a desistir dessa protelação pelo presidente da OAB, Roberto Busato. O voto deve sair antes do final da tarde. Zveiter é a personagem central na bagunça do campeonato brasileiro de futebol. Foi dele a decisão de anular jogos da competição depois que foi descoberta a máfia do apito. Na decisão final do CNJ, é possível que seja dada a opção a Zveiter: ou fica no STJD ou no TJ do Rio.
Deu no Blue Bus (www.bluebus.com.br):
"Blogs de politica, sairam números do Ibope"
"Números do Ibope eRatings divulgados ontem somente para os clientes, dão 1 medida de como funciona a audiência real dos blogs politicos brs. Fonte que vazou os números para Blue Bus compara resultados de Fernando Rodrigues, Josias de Souza e Ricardo Noblat. Seriam as 3 maiores audiências. O quadro trata de visitantes únicos residenciais, o que poderia deturpar 1 pouco os números, mas, de todo modo, é esclarecedor.
• Em outubro, Fernando Rodrigues teve 185,2 mil usuários únicos. Em novembro foi para 325,7 mil.
• Josias teve, em outubro, 113,4 mil e pulou, em novembro, para 236,7 mil. Registra o maior crescimento, de 108,6%.
• Noblat teve, em outubro, 89,4 mil únicos, caiu. em novembro, para 55 mil. Experimentou queda de 38,4%".
Neste domingo chuvoso de plantão em Brasília, boa notícia mesmo só o tri do São Paulo no Japão. No planeta, nenhum time à frente do São Paulo. Ninguém é mais do que tri. No Brasil, ninguém à frente nem ao lado.
Erundina e Anne Kruger (FMI)
Separadas no nascimento

Em belas fotos de Lula Marques, a deputada Luiza Erundina (PSB-SP) e a vice-diretora do FMI, Anne Kruger (que esteve esteve em Brasília recentemente)
Para ver a galeria completa dos "Separados no nascimento", clique em:
http://uolpolitica.blog.uol.com.br/separadosnonascimento/
Fernando Rodrigues, jornalista, nasceu em 1963. Fez mestrado em jornalismo internacional na City University, em Londres, Reino Unido (1986).
Na Folha desde 1987, foi repórter, editor de Economia, correspondente em Nova York (1988), Tóquio (1990) e Washington (1990-91). Na Sucursal de Brasília da Folha desde 1996, assina a coluna "Brasília", na página 2 do jornal, às segundas, quartas e sábados. Mantém uma página de política no UOL desde o ano 2000 – com informações estatísticas e analíticas sobre eleições , pesquisas de opinião e partidos políticos. Em 2007/08 recebeu uma fellowship da Fundação Nieman, na universidade Harvard (Cambridge, MA, nos Estados Unidos).